Oportunidades para fazer turismo social no coração da floresta Amazônica e de quebra conhecer um dos ambientes mais naturais do mundo

Um dos primeiros objetivos relacionados ao turismo social é proporcionar trabalhos voluntários voltados a comunidades em situações de vulnerabilidade social. Nestas viagens é possível aprender mais sobre comunidades de povos que habitam a floresta – desde de cultivos de plantas medicinais a práticas cotidianas de vivência natural – e também ajudar na preservação do meio ambiente.

Recentemente, em certos trechos da floresta amazônica, é possível encontrar programas voltados a este fim e se cadastrar para fazer parte quando novas vagas abrirem. A intenção é proporcionar uma vivência única no coração da maior floresta do planeta terra e ajudar em sua preservação e recuperação, praticando desde plantio e cultivo de árvores e vegetação local, como também se aproximar e conhecer as sabedorias de povos originários do norte brasileiro.

Listamos abaixo quatro destes projetos para você se cadastrar e poder fazer parte:

Iris Social


A organização Iris Social realiza trabalhos voluntários na região de Santarém, no Pará, mais especificamente na Reserva Extrativista Tapajós-Arapiuns. A primeira expedição realizada foi um sucesso, como os próprios organizadores a definem. Foram mais de 150 mil mudas plantadas que serão acompanhadas durante seu período de crescimento. A organização social atua na região a mais de 30 anos sob a orientação do Projeto Saúde e Alegria, que visa restabelecer a vegetação nativa local e oferecer serviços para as comunidades das proximidades. Sarah Cardoso, participante da primeira expedição, relata que “foi a melhor coisa que me aconteceu em 2017 e eu só posso agradecer por ter tido a oportunidade de participar de um projeto tão lindo, verdadeiro e incrível como esse!” Novas inscrições estarão disponíveis em pouco tempo.

Projeto Luzeiro


O Projeto Luzeiro teve início em 1931 quando a primeira lancha Luzeiro saiu de Belém e passaria a percorrer os caminhos trilhados pelas comunidades ribeirinhas. A iniciativa tinha como propósito levar educação sanitária, assistência médica e odontológica às comunidades ribeirinhas. Depois de mais de 80 anos o projeto tem continuidade e oferece inscrições para participantes voluntários. Os atuais organizadores observam mudanças significativas nas vidas dos povos ribeirinhos, mas identificam que há muito trabalho ainda por fazer.

Os principais focos de operação voluntária é na área da saúde, por isso, priorizam voluntários desse segmento para realizar as atividades.

Ao todo são 20 a 25 dias dentro da embarcação junto com um equipe também de voluntários. O valor é aproximadamente 2.100,00 reais com o translado em Manaus incluso, bem como hospedagem, alimentação, rede e garrafa d´água (passagem aéra para Manaus não inclusa).

SOS Amazônia


A entidade SOS Amazônia foi criada em 1980 com o objetivo de reduzir os impactos ambientais causados pelos avanços tecnológicos ao longo dos últimos anos que intensificaram a devastação da maior floresta do globo terrestre e restabelecer e preservar a vegetação natural. Essa época coincidiu com uma ampla divulgação internacional acerca do desmatamento e as comunidades seringueiras do Acre, que lutavam contra o desmatamento, sofriam ameaças por estarem impedindo a extração irresponsável de madeira.

Para atingir os objetivos propostos a organização em três linhas de conhecimento que fomentam os projetos desenvolvidos. São elas: Áreas protegidas; Políticas Públicas; e Educação Ambiental.

Para participar como voluntário é necessário doar seu tempo e trabalho para a causa levantada pela entidade.

ETAM


O trabalho desenvolvido pela ETAM é voltado a educação de povos ribeirinhos situados em Nova Jerusalém, a cerca de 30 horas de barco da capital Manaus. No ano passado receberam mais de 200 voluntários que auxiliaram na construção de uma nova arquitetura para a escola.

A fim de proporcionar um ensino de qualidade, bem como resolver problemas e dificuldades de alfabetização, o projeto oferece ensino gratuito de língua portuguesa, inglês, matemática, educação física, música entre outros. Devido a isso, boa parte dos voluntários são da área da educação e pedagogia. Porém, isso não impede que se faça um trabalho voltado à organização e coordenação da escola.

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