Para atingir a meta do Acordo de Paris e reduzir os danos causados pelo aquecimento global, Austrália irá plantar 1 bilhão de árvores até 2050

Em 2015 foi discutido em Paris, na 21º Conferência das Partes – COP 21, por mais de 190 países envolvidos, um compromisso internacional para reduzir e minimizar drasticamente os danos causados pelo aquecimento global. Além do Brasil, representantes da Austrália estiveram presentes e elaboraram medidas para este fim.

Com o intuito de diminuir mais de 18 milhões de toneladas de gases ao ano – principais causadoras do efeito estufa -, a Austrália está se preparando para plantar 1 bilhão de novas árvores até 2050. Desse modo, seria uma das iniciativas mais plausíveis no combate ao aquecimento global. No cenário brasileiro, organizações internacionais estão se mobilizando para reduzir os impactos ambientais no maior país da América do Sul.

Foto: 12019 / Pixabay

De acordo com especialistas, o plantio de novas árvores apresenta uma medida muito eficiente, visto que, em sua fase inicial, elas tem uma absorção maior de CO2, um dos gases mais presentes no efeito estufa. Quando próximas a mananciais e nascentes, essas medidas também garantem uma melhoria na qualidade da água e dessa forma reduzem gastos com investimentos em tratamento hídrico, melhora a qualidade do ar e também dos alimentos consumidos pelos seres humanos e animais.

O efeito estufa, além de aumentar a temperatura terrestre acima da média saudável, é também responsável por diminuir a qualidade do ar ocasionando problemas respiratórios e poluições. Adotar medidas para combatê-lo tem sido discutido com frequência por diversos países nos últimos anos.

Foto: annca / Pixabay

Para Thomas Crowther, pesquisador da ETH Zurich, projetos de plantio de árvores apresentam medidas interessantes: “É algo bonito porque todos podem se envolver” disse Crowther ao The Independent. “As árvores literalmente tornam as pessoas mais felizes em ambientes urbanos, melhoram a qualidade do ar, a qualidade da água, a qualidade dos alimentos, os serviços ecossistêmicos, além de ser uma coisa tão fácil e possível”.

Outro benefícios também podem ser notados: a sensação térmica se torna mais controlada, principalmente em cidades que há pouca concentração de árvores. Ainda que a quantidade seja menor do que a estimada por Crowther e seus colegas – o ideal para os próximos anos é conseguirmos ter 1,2 trilhão de novas árvores – a iniciativa da Austrália já apresenta uma preocupação com o aquecimento global e incita a participação de outros países nesse mesmo compromisso.

A ONG TNC – The Nature Conservancy também atua nessa mesma missão, com objetivos que vão desde causas ambientais a projetos que buscam o reflorestamento de áreas degradadas. No Brasil a ONG criou uma campanha que pretende plantar 1 bilhão de árvores nativas em diferentes regiões do país.

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